terça-feira, 2 de dezembro de 2008




Insônia
Me consome.
Apaga a fumaça
Do cigarro
Que me mostra que
Pago pelo pecado.
Alheio.

Morro a cada segundo
A morte do seu sentimento
Lenta e tácita.

Choro por te ver indo longe
No escuro de uma estrada
Que forrei com sonhos
Que nem todo mundo vê.

Fato que traz olheira,
Que amordaça,
Sufoca o grito.
Dor que nunca passa.

2 comentários:

Camila disse...

Ai Lu!
Como é triste ver o nosso "ele" ir...
Insônia... louca e infrene!

Coração Vulgar disse...

...

(L)
(L)
(L)

TE AMO!!!