domingo, 21 de dezembro de 2008

Desafio

Respondendo o interessante desafio literário encaminhado a mim pela Ferds lá no Manual da Cafajeste, primeiramente eis aqui as regras:

1. Agarrar o livro mais próximo.
2. Abrir na página 161.
3. Procurar a 5ª frase completa.
4. Colocar a frase no blog.
5. Não escolher a melhor frase nem o melhor livro!!!Utilizar mesmo o livro que estiver mais próximo.
6. Passar a 5 pessoas.

O livro que eu encontrei mais perto foi Além do Bem e do Mal, Frederich Nietzsche. Credio que seja o último livro que meu irmão leu antes de viajar:

"Mas enfim sobrevém uma situação feliz, diminui a enorme tensão"


Agora eu desafio:
1 - Rafa- Eu Não Sou Chico
2 - Tiago- Solidão Estável
3 - Fernanda- Versos Perdidos
4 - Camila- Caminhos
5 - Fernanda- Mente Fantasia

sábado, 20 de dezembro de 2008

3 anos

Parece que ontem mesmo eu tinha 17 anos e me via loucamente apaixonada por seu doce sorriso.
Parece que foi ontem que enfrentamos o mundo e juramos amor eterno.
Lembro de cada vez que você me buscou na escola, que te encontrei no trabalho, que falamos do quanto esse amor estava presente no nosso ar.
Parece que foi ontem a nossa primeira transa, nossa primeira aliança (as minhas sempre ficam feias), nosso primeiro "eu te amo", nossa primeira briga, nossa primeira certeza, nossa primeira discussão de quem pulou em quem.
Já são 3 anos. É tanta coisa...
Uma avalanche de situações boas, complicadas, lindas ou nem sempre tão lindas assim. Todas elas carregadas de amor e planos.
Assim te carrego na minha vida. Com nossos erros, faço deles nossa escada rumo aos sonhos. A cada novo aprendizado, mais um degrau.
Vamos concretizar todos esses sonhos.
Tudo é possível pelo tamanho do nosso amor.
Parabéns pelo 36º dia 20.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

"Quero brincar no teu corpo feito bailarina
Que logo se alucina
Salta e te ilumina
Quando a noite vem"

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008



Queria te escrever poesias. Te dar um mundo de plástico-bolha para evitar que se machucasse. Queria ser seu céu. Sua bola de cristal.

As vezes sou namorada, sou bruxa, fada. Sou monstro, sou caminho errado. Sou dor, ventania, loucura. Sou calmaria. Sou seu sol em dia de domingo. Sou a escala de cinza nas suas fotografias. Sou o que quero e o que nao consigo evitar.

Sou um paradoxo insano, com um passado imperfeito, cercada de armadilhas e demônios. cheguei devagar.

Fui sua perdição, sua mais louca paixão. Te fiz ir às nuvens. Ficamos lá.

Um dia alguém desfez o sonho, te feriu. Amarraram meus pés e mãos. Renascemos. O caminho ia se trilhando, a certeza era nosso guia.

Nunca foi fácil. Não haviam me contado que para se concretizar o amor talvez fosse necessário pular de ponta num mar de agulhas. As vezes sentia suas mãos hesitantes, coladas às minhas. As vezes elas me apertavam, me eletrizavam e assim se seguia.
Um dia sua mão se soltou. Deixou de ser minha. Tínhamos a certeza do sentimento, mas o coração estava pálido. Tentei colorir o seu com todas as minhas canetinhas. Testava uma por uma, todas elas haviam acabado. Prometi uma caixa nova, cheia de cores diferentes.

O colorido se tornou um borrão.

Ninguém consegue colorir bonito em meio a um furacão.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Já fui forte.
Enfrentei tempestades inimagináveis.
Rompi com o mundo, queimei meus navios.

Agora sou apenas frágil, covarde e quase.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

A madrugada traz consigo mais um sol
Que entra pela janela do meu quarto,
Antes de dormir.

O sol que reflete na lágrima,
Uma agonia.

O dia já começou.
Será que ele pode
Terminar rápido?

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

"Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá.
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando sempre por sentir vontade."

terça-feira, 2 de dezembro de 2008




Insônia
Me consome.
Apaga a fumaça
Do cigarro
Que me mostra que
Pago pelo pecado.
Alheio.

Morro a cada segundo
A morte do seu sentimento
Lenta e tácita.

Choro por te ver indo longe
No escuro de uma estrada
Que forrei com sonhos
Que nem todo mundo vê.

Fato que traz olheira,
Que amordaça,
Sufoca o grito.
Dor que nunca passa.