domingo, 21 de setembro de 2008

Uma pausa para o medo


Foi nos seus braços, entre suspiros e tosses que me ocorreu uma lagrima.
Com ela vieram outras. Veio o medo, o soluço, o choro em si.
-Nunca me deixe?
Aflição. Algumas vezes fico assim, insegura.
Tenho medo do sol se apagar novamente, do dia virar noite e a noite ser aquela escuridão sufocante.
Me sinto feliz, sinto o aconchego do seu olhar, das suas palavras.
-Não quero que você vá embora nunca mais.

Um comentário:

Coração Vulgar disse...

Não tenha medo...
A escuridão não é boa para vc, quem dirá pra mim...

Não irei embora...

NUNCA!!!